De todos os possíveis encontros, de todos os momentos em que estivemos tão perto, e não nos encontramos, ou simplesmente não nos reconhecemos... Tudo finalmente faz sentido.
Não é a minha vontade ou a sua hora que vão determinar qual o exato momento. Nossas escolhas talvez. Mas exatidão do tempo fica a cabo do destino. E este sabe tornar perfeito qualquer encontro.
O bonito mesmo está no acaso.
Para que esperar, planejar, programar, se o bonito está na surpresa da emoção?
O acaso do encontro, o inesperado, ele faz tudo ter sentido. Ou melhor, ele dispensa qualquer sentido. Porque ele torna primordial apenas sentir.
Nada de expectativas com a hora, o lugar, a aparência. Nada de frases revisadas, ou comportamento ensaiado. Nada de roteiros.
E então sem esperar, sem pedir... você é pego de surpresa! E a surpresa torna tudo tão mágico.
Seja lá o que acontecer, é perfeito, ou mais que perfeito. Porque vai além de qualquer expectativa, ou vontade.
E tudo que te cabe é aceitar o presente que o acaso te proporciona e vivê-lo. Viver este momento que torna o tempo presente ter o nome mais que adequado. E então eu encontro a resposta mais completa para minha indagação: Não interessa!
Não importa quantas vezes estivemos tão perto, ou quantas vezes poderíamos ter nos encontrado, ou se esse momento poderia ter acontecido em algum lugar do nosso passado.
O que importa é que aconteceu. E finalmente, nesse momento, por acaso, por escolha, pela vontade de Deus, nos encontramos! Isso basta!
E se as perguntas sobre um possível passado diferente não interessa, não serão as perguntas sobre o futuro que ainda não chegou que irão fazer sentido agora.
Sentir é o bastante!
E sentir é um privilégio que só o presente nos permite.
Nenhum comentário:
Postar um comentário